terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Renata Domínguez conta como superou crise, reatou e marcou o casamento com Edson Spinello. Confira:

Durante uma pausa nos preparativos da união com o diretor Edson Spinello, da Rede Record, Renata Domínguez revela que o rompimento de seis meses em 2012, foi algo essencial para a relação.



Em Angra, a atriz diz que entre várias surpresas, o look será moderno. E com humor, conta: quando foi pedida em casamento, respondeu que poderia ser cedo demais, apesar do namoro de dez anos.

Prestes a subir ao altar com o diretor Edson Spinello (52), nada vem tirando o sorriso de Renata Dominguez (32). Nem mesmo o “tsunami”, como define os últimos três meses em que se viu envolvida com os preparativos para a cerimônia e a festa no fim do mês, no Rio. “Só mesmo maluco decide organizar isso em tão pouco tempo. Minha mãe brinca que, comigo, tudo é para ontem. Mas, aguardem, será um casamento mágico, digno de dez anos de relacionamento”, avisa ela, na Ilha de CARAS, em raro momento de relax. A atriz reitera a felicidade e a certeza de que ela e Spinello não podem viver um longe do outro e deixa para trás todos os momentos de tensão vividos em 2012, inclusive o breve período em que estiveram separados por seis meses. “O vazio que ficou em mim novela ou personagem algum pôde preencher. Então, eu, que sempre priorizei o trabalho, tive a certeza de que Spin é a minha vida, não consigo me imaginar sem ele”, admite a bela. Na entrevista, Renata, que está longe da TV desde o sucesso como a Bate-Seba de Rei Davi, da Record, dá detalhes e conta como foi o pedido de casamento “digno de novela”.



– Separação, reatamento, noivado, tudo em tão pouco tempo... Quando ficou nítido que não poderia ficar longe do Spinello?

– Acho que o primeiro indício foi na viagem com a minha avó Nilzete aos EUA, quando passei o primeiro Dia dos Namorados em dez anos sem ele. Tive uma crise de choro e levei um sermão da vó. Ela disse que, se eu o amava tanto, o que fazia lá sem ele?

– Como acatou o conselho?

– Retornei ao Rio e voltei a falar com o Spin, mas ainda me fazendo de durona. Estava receosa. Nós dois sempre priorizamos o trabalho, deixando a nossa vida pessoal em segundo plano. E ele já estava à frente da novela Balacobaco. Eu dizia que nada mudaria se a gente voltasse a namorar. Mas antes da estreia, ele me chamou para uma viagem à Europa, iríamos fazer a divulgação de Rei Davi em Portugal. Parece que, a partir daí, o universo conspirou a nosso favor. Pela primeira vez, ele organizou tudo, fui sem saber de nada.

– E aprovou o roteiro?

– Tudo era perfeito. Mas tinha um dia que não fazia o menor sentido. A gente ia para o Porto e dormiria em um local que nem o GPS encontrava. Levamos um dia para chegar. Mas posso dizer que foi o lugar mais mágico em que estive, um hotel butique deslumbrante, no meio do nada. Spin se superou, porque eu sempre fui a romântica da relação. Para jantar, seguimos por um caminho de tochas até a praia, onde estava tudo decorado, com almofadas, mesas, vinho e champanhe... Toda mulher tinha de passar porisso ao menos uma vez para se sentir especial. Depois, ele se ajoelhou, tirou o anel e me pediu em casamento. Levei um susto e respondi: ‘Acho que está cedo para este passo’. Imagina, só 10 anos de relação. (risos) Mas aceitei ali reatar o nosso namoro.



– E quando topou casar?

– Fiquei um mês pensando, já quis muito me casar, mas depois deixei de lado. Casamento é muito importante, um só na vida. Por isso, pedi tempo para pensar. Quando decidi aceitar, vi que deveria criar algo especial também. Mandei entregar no estúdio uma orquídea gigante e um cartão com um ‘sim’ enorme. Ele ligou emocionado, nem continuou a gravação. Com isso, conseguimos resgatar o romantismo que tinha ficado no meio do caminho. Agora, é diferente, nós somos a prioridade, a nossa família, a nossa casa.

– As decisões da cerimônia estão sendo tomadas em conjunto?

– Spin é um noivo atípico, ele sempre idealiza casamentos em novela, já deve ter feito uns 20. Agora em seu próprio, vai ser a primeira vez que não vai decidir quase nada. (risos) Mas por toda a experiência, acabou dando algumas soluções ao cerimonialista Roberto Cohen. Por exemplo, eu disse que queria casar no céu.

– Como assim?

– Surpresa! (risos) Mas, na hora, Spin resolveu, disse para armarem uma estrutura aqui, outra lá... Também falei que não quero só aquele pingo de pétala branca, quero logo uma ‘chuva’.

– Como será o vestido?

– Vou ser uma noiva moderna, apesar de sempre ter dito que seria tradicional. Pensava em fazer o vestido com Lethicia Bronstein, uma das minhas estilistas favoritas. Mas em Orlando, vi um da Vera Wang, pelo qual me apaixonei.

– Sobra tempo para outras coisas, como cuidar da forma?

– Engordei um pouco nas férias. Mas, a partir de dezembro, passei a priorizar os cuidados comigo. Não adiantava só um casamento lindo. E a noiva? Além da dieta, faço diariamente exercícios aeróbicos. A doutora Heloisa Rocha também me ajuda com tratamentos, drenagem linfática... Já emagreci quatro quilos, mas quero perder mais alguns. O ideal seria casar com 53.



– Como acha que vai se comportar no grande dia?

– Pode parecer tenso, mas para uma pessoa pública, acostumada às críticas, em ser o centro das atenções, acho que é mais fácil. Como já casei sete vezes em novela, fiz muitos editoriais de moda, já ensaiei bastante. Por isso, creio que será tranquilo, apesar de que, no noivado, chorei horrores, confesso.

Revista Caras