segunda-feira, 18 de novembro de 2013

André Lima: Palmas para Lua Blanco em #PecadoMortal - #DomingoDaGente de constrangimentos





Por André Lima

Palmas para Lua Blanco em Pecado Mortal

Lua Blanco teve a sua chance de mostrar seu talento como atriz em uma cena de tentativa de estupro em Pecado Mortal no capítulo 37 da novela de Carlos Lombardi. E ela não desperdiçou a chance. Na cena em que mais foi exigida como atriz a jovem e ex-Rebelde que ganhou fãs pelo país inteiro como a roqueira e cheia de atitude Roberta, deu conta do recado.
Em um papel completamente diferente do que fez em Rebelde. A Silvinha, sua personagem em Pecado Mortal é jovem, romântica, sonhadora e meiga. Isso ficou bem claro para o público logo nas suas primeiras cenas.
Em uma cena rápida e bem dirigida não foi preciso muitas falas, o corpo, os olhos, o medo e a fragilidade da personagem estavam ali diante do telespectador que teve o privilégio de presenciar mais uma cena impecável e um belo trabalho. Principalmente da jovem atriz.
Foi muito bom poder assistir e notar que a Lua Blanco foi requerida como atriz e correspondeu à altura do texto, da cena e não se deixou intimidar por uma cena tão forte. Ainda mais para a atriz que tem um público infanto-juvenil que a acompanha fielmente. Ela merece o meu aplauso.

Constrangimento no Domingo da Gente garante o Segundo lugar isolado no IBOPE

A apresentadora fixa do Programa da Tarde, Ticiane Pinheiro foi a segunda a fazer o Domingo da Gente dirigido pelo sempre sensacionalista e apelativo diretor Vildomar Batista.

E, claro, à César o que é de César. Ele conseguiu o que queria, dar audiência em cima de polêmica e sensacionalismo barato.

Ainda que às custas de Ticiane Pinheiro e seu ex-marido Roberto Justus, que até agora continuo sem entender como um empresário como ele se prestou a um papel tão constrangedor como foi sua presença no Programa.

Justus participou do quadro, Chuta pra Fora ou Chuta pro Gol (uma das muitas cópias do Pra quem você tira o chapéu que o Raul Gil apresenta tradicionalmente). A situação foi tão constrangedora para eles quanto para o telespectador que tinha o mínimo de bom senso. Estava claro, que nenhum dos dois estavam à vontade com a situação.

Coube à Tici, rebolar e dançar funk empinando o bumbum para o lado o dele. (Precisa dizer mais alguma coisa?)

Como se não bastasse, o nome da Tici figurou entre umas das pessoas que ele decidiria se chutaria pra fora ou para o gol. E ela, com sua genuína e peculiar maneira de ser (que eu particularmente adoro, que isso que isso fique bem claro) disse algo do tipo: Não vá me chutar pra fora de novo. Ali ficou claro para todos quem deixou quem. Mais uma das muitas cenas lamentáveis da TV.

Como se não bastasse o constrangimento da apresentadora, ela ainda teve que falar sobre a nova namorada do Justus.

Precisa dizer que isso é mais uma obra do sensacionalista Vildomar Batista?

Não vou ficar aqui narrando o programa.
O constrangimento foi real apesar de terem tentando levar tudo na brincadeira.

O desempenho da apresentadora não me agradou inicialmente. Era nítida a sua voz embargada e forçada nos quadros iniciais. Já no final do programa quando ela esteve brincando com Otávio Mesquita ela já se mostrava mais solta no palco e bem mais à vontade. Ou seria, bem menos constrangida, sem o Justus do lado?

Em se tratando de audiência, o programa foi bem, cumpriu seu papel, chegou a liderar por alguns minutos em cima do filme que a Globo re-exibia pela enésima vez. E garantiu o segundo lugar isolado à frente do Domingo Legal do SBT, principal concorrente.

Semana que vem, teremos que ver Geraldo Luís apresentando. O negócio é respirar fundo que é o que temos para o Domingo da Gente.

Abraços com respeito sempre

twitter: andrem1lima