sábado, 3 de outubro de 2015

#CrônicaDaTV - Concorrência movimenta seus "pseudojornalistas/críticos" para atacar Sergio Marone

Visão da concorrência ao olhar para Sergio Marone

Subproduto do jornalismo
Depois de a arte dramática ter passado a ser chamada de “produto”, de repente surgiram subprodutos do péssimo jornalismo, incluindo aqueles que se colocam na posição de críticos. A questão é que novela virou produto, comércio. E o telespectador virou o “consumidor”. Daí o surgimento do “pseudo-crítico” como sendo uma agência marqueteira, que serve a alguém para induzir seus leitores a acreditar que um “produto” é ruim ou bom.
Uma obra de arte Incomoda muitos “produtos” ruins da concorrente
Um fato é que hoje, vivemos um ano histórico em se tratando de teledramaturgia. A novela bíblica, Os Dez Mandamentos colocou “no chão” o autor, talvez o principal que a TV Globo tem hoje. João Emanuel Carneiro, que tem seus méritos, foi chamado para salvar o horário nobre da platinada de um fracasso sequencial. “Do mesmo autor de Avenida Brasil... Assim foi anunciada a sua novela nova, A Regra do Jogo. Mas não deu certo. Enquanto a novela da Globo cai, Os Dez Mandamentos sobe, e os recordes acontecem sucessivamente.
Os “soldados” foram chamados para a batalha...
Sabemos que muitos jornalistas sobrevivem de notícias sobre a Globo, e eles são bons quando o assunto é Rede Globo. Tudo na Globo é inovador, criativo, corajoso, social e tantos outros adjetivos qualitativos já previamente preparados para fazer o leitor engolir qualquer coisa que venha de lá. Seja boa ou ruim. A ordem é dizer que é maravilhosa. Quando a coisa parte para outros canais, o discurso e a argumentação é outra: “é apelativo, é ruim, é mal feito, é mal produzido.”

Esses são os críticos de hoje, que assistem a um fenômeno internacional, off Globo virar capa de tudo quanto é revista, jornal e inclusive os meios de comunicação internacional.

Pois bem, os soldados já foram escalados e a ordem é tentar desmerecer o trabalho desta novela, que é “A melhor do ano”. Eu vou repetir: Os Dez Mandamentos é a melhor novela do ano.

Jornalista que dá notas...
A primeira vítima foi o ator, Sérgio Marone. De acordo com a jornalista, aquela que adora dar notas 10 (dez) ou 0 (zero) para outros, como se fosse professora, o ator tem feito “canastrices” ao interpretar o Faraó Ramsés. (ri muito quando fiquei sabendo).

Eu, que sou um mero telespectador e apaixonado pela arte dramática pude ver no trabalho do ator, Sérgio Marone que de canastrão, ele não tem nada. Aliás, ele calou a boca de muita gente com esse personagem. É de longe, o seu melhor e mais completo trabalho como ator. Demonstrou maturidade. É um personagem difícil de fazer. Principalmente pelo processo de transformação.

Sérgio Marone acreditou no texto, acreditou em si, e o resultado está aí, no ar, para quem quiser ver.

A cena mais recente, que muito exigiu do Sérgio Marone como ator, foi a que Moisés (Guilherme Winter) entra na sala do trono com Henutmire (Vera Zimmermann) morta nos braços para entregar a ele. Nada foi dito... mas nada foi dito com a boca, porque com os olhos e o corpo, tudo foi falado. Ali estava claro que o Sérgio Marone estava inteiro no papel. Foi emocionante, visceral.

Seria canalhice por parte de qualquer jornalista que se preze, chamar a interpretação do ator, Sérgio Marone de “canastrice”.

Sobre o figurino do ator, fica bem claro que a jornalista escreveu o que lhe foi encomendado. É óbvio que estas não eram as roupas “reais” e a produção acertou em cheio em escolher dar um ar mais luxuoso ao figurino, pois a obra de arte exigia isso. Faz parte da magia da teledramaturgia. Só não entende quem não quer.
As coisas mudaram...
Para os céticos que nunca acreditaram que a Record chegaria lá. Aí está a prova. Ela chegou e isso incomodou muita gente. Inclusive jornalistas que sobrevivem de Rede Globo. O telespectador tem opção agora. E doa a quem doer, vai continuar tendo.

Os Dez Mandamentos é novela que marca história. E o elenco faz essa história junto com a Record. Inclusive, o excelente trabalho do ator, Sérgio Marone fazendo um “senhor vilão”, desses de que a gente torcer para ele “se ferrar”. Mas pelo visto, quem se ferrou... não é o personagem, mas sim a concorrência e seus “paus mandados” que procuram denegrir e desmerecer o trabalho desta novela como quem procura agulha no palheiro.

E digo mais, vem mais por aí com Josué e a terra prometida. E a briga só começou. E a história da teledramaturgia mudou de lado, e vai continuar.

Basta puxar pela memória. Quantas vezes “jornalistas” previram, prenunciaram o fim do Recnov? Quantas vezes fingiram que na Record não existia novela? Quantos jornais e revistas impressos só davam espaço para a Globo?
Texto de :






 André Lima
Twitter : @andrem1lima


Edição de fotografia e título






Rafael Oliveira
Twitter: @FaeelOliiveira