quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

#CrônicaDaTV: #AFazenda: De Mara ao vexame de 0,52% de votos de Luka Ribeiro


Mara, sem maravilha
Depois de ter dado três tapas no finalista, Douglas, de A Fazenda 8, Mara “Maravilha” foi retirada da festa de despedida do programa que contou com participação de todos os peões eliminados. Completamente alterada, a peoa que se julgou vencedora desde o início, acabou não tendo coragem de aparecer na final de A Fazenda, justificando estar com problemas de saúde. Roberto Justus noticiou com ironia a informação e seguiu com o programa ao vivo.



Na final, Douglas foi o vencedor, apelidado de “Panela de bem”, torcidas de Douglas, Rayanne e Carla Prata se uniram para dar a vitória ao jovem ator, que foi apelidado de Hulkinho por seu temperamento explosivo dentro do reality.
0,52% Vexame total:




Luka Ribeiro, o maior manipulador desta edição, juntamente com Mara Maravilha, é claro. Foi para a final sem a escolha do público. Vencedor de uma prova que o levou até a final, ele terá que engolir a humilhação de conviver com 0,52% dos votos. Isso significa que nem 1% do telespectador preferia que o Luka vencesse o reality.
Lições:

O diretor de A Fazenda, já havia tido provas de que esse tipo de regra não dá em nada. Em edição anterior, um participante foi para a final desde o início. Era a chamada “bomba” jamais vista em reality que ele se gabava em noticiar. O fato é que tamanha bobagem jamais foi vista, justamente porque não faz sentido.

Não satisfeito com isso, ele fez algo parecido nesta edição, e o Luka foi a “vítima” da vez. Será que Carelli vai aprender que o reality é um programa de votação popular e só merece ir para a final quem o telespectador votar para isso?
Fuga de patrocínio

A verdade é que A Fazenda perdeu fôlego, perdeu credibilidade, os patrocinadores sumiram, e os poucos que restaram investiram pouco, muito pouco. Na época de ouro do reality, participantes ganhavam carros, valores altos em dinheiro e tantos outros prêmios. Todas as provas, o melhor do programa por sinal, havia um anunciante que patrocinava. E hoje?

Não seria o caso de a Record entender que o formato comprado de A Fazenda, o original é infinitamente superior a essas invenções toscas, essas mudanças de regras? A vaidade humana vai até onde? Para quê querer ser o “criativo” de um reality que ele não inventou? Criar em cima das criações alheias? Será preciso trocar de direção para entender que as três primeiras edições foram as melhores, justamente por seguirem o formato original?