quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

O que esperar da Record em 2017?



A Record deverá ter mudanças importantes para o ano que vem, a emissora necessita ter o segundo lugar isolado no Brasil de volta e se distanciar do SBT, mas melhor do que isso, ter uma programação de qualidade e assistível.

A emissora paulista melhorou em vários aspectos em 2016, como o segundo horário de novelas, com Escrava Mãe e em breve, com a novela Belaventura; reduziu a duração do policialesco Cidade Alerta para três horas; "inaugurou" às 00h15min o talk show com Fábio Porchat, substituindo as séries enlatadas; exibiu as Olimpíadas do Rio de Janeiro; melhorou o Programa da Sabrina, porém  ainda falta muita coisa.

As sugestões para uma programação forte em 2017 será continuar com os dois horários de novela, com belas histórias envolventes e acima de tudo, com qualidade em todos os aspectos; à tarde poderia reexibir tramas de apelo ao público, sugeria "Escrava Isaura", "Bicho do Mato", a saga dos Mutantes, Bela, A Feia, um programa com Luiz Bacci à tarde, com entretenimento e  jornalismo, tendo reportagens, entrevistas, alavancar a audiência e entregar bem para o Cidade Alerta de Marcelo Rezende que poderia ficar entre 18h e 19h30. 

       No sábado, a emissora precisaria reforçar as manhãs e tardes com novos conteúdos, diminuir as reprises, o sensacionalismo da programação.

         No domingo, a emissora está melhor, mas após o Domingo Espetacular, vêm mais reprises. O DE poderia ter um reforço nas matérias e na equipe de repórteres, dando um novo gás ao programa.

        A emissora deveria iniciar a sua programação às cinco da manhã e não seis, pois as concorrentes estão embaladas e com programação ao vivo desde a madrugada, como Globo e SBT. 

     Os telejornais da manhã focarem na prestação de serviço, economia, política e outros assuntos, sem ser policiais. Mais dinâmicos, com entrevistas e interação nas redes sociais com os telespectadores.  Poderia antecipar o "Hoje em Dia" para as 9 e 15.

Outra reclamação dos telespectadores é o excesso de duração dos intervalos comerciais com cerca de 7 minutos e más distribuídos, o certo seria ter mais intervalos com duração de no máximo 5 minutos.

Sem falar que o ideal seria novos cenários, vinhetas e logotipos dos jornais e programas da emissora, o JR faz anos que não tem uma grande reforma, inclusive no  conteúdo e formato. A renovação é um ponto primordial para chamar atenção dos telespectadores.

Xuxa deve mudar de horário e até de dia, pois na segunda as 22 e 45 foi provado que não funciona, mas o conteúdo, formato, cenário necessitam de mudanças drásticas.

E por fim, os programas de auditórios precisam de uma atenção por parte dos diretores, necessitam se diferenciar um do outro, ter bons convidados e quadros, diminuir o assistencialismo predominante da Record e divulgar os programas e novelas da emissora.


Por: Elthon Ribeiro


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