sexta-feira, 5 de maio de 2017

Resumo do dia: Xuxa deve continuar na Record TV/ Data da estreia de "Belaventura" continua indefinida


Foto: Blad Meneghel/Record TV


CONTINUA

O contrato de Xuxa Meneghel vai até dezembro deste ano, com renovação para mais um ano. Após o “Dancing Brasil” acabar, a apresentadora deve apresentar mais uma temporada do reality show e ganhar um novo programa em 2018. A loira ajuda no faturamento do programa e é vice-líder na audiência nacional. Informações de Fefito da coluna Zapping.

COMPACTO

Assim que a Record TV restabelecer o sinal na Net, Sky e Claro, a emissora exibirá um compacto de 2 horas e meia em um sábado para que o público possa voltar a acompanhar. A audiência anda em baixa e a culpa pode ser a falta de sinal.

LIDERANÇA

O “Balanço Geral SP” com Reinaldo Gottino, Fabíola Reipert e Lombardi conseguiram a liderança por alguns minutos na tarde de ontem (04/05). Os dados consolidados saem hoje (05/05). O feito não ocorria desde março, devido a saída da Record dos pacotes das emissoras pagas.

BELAVENTURA

A Record deve estrear “Belaventura” assim que a TV Globo definir a data de estreia de “Pega pega”, concorrente do horário e o sinal da emissora retornar na TV Paga. A previsão é que estreie em julho com 20 capítulos gravados, enquanto isso “A Escrava Isaura” marca altas audiências em todo o Brasil. Informações de Kogut, "O Globo".

CENÁRIOS

A Record precisa renovar os cenários dos telejornais da emissora, principalmente do "Jornal da Record", "Fala Brasil" e mudar o formato. E claro, voltar a apostar no "jornalismo verdade". Nos últimos dias vêm "defendendo" em seus telejornais a "reforma da previdência".

MION

Hoje, Cláudia Leitte entrará de garupa na moto com Marcos Mion no começo do “Legendários”. Ela ainda participará do “Programa da Sabrina” da próxima semana, em especial do dia das mães.

TROCA- TROCA

Karla Tenorio, que fez “A regra do jogo”, entrou para o elenco de “O Rico e Lázaro”. O cenógrafo Helton Minosso encerrou os trabalhos em “O Rico e Lázaro”. Ele agora trabalha em “Belaventura”. Informações de Patrícia Kogut, colunista do “O Globo”.

CÂMERA RECORD

Você já ouviu falar em presídio misto? Foi exatamente essa pergunta que motivou o Câmera Record deste domingo (7) a mostrar uma realidade diferente do sistema carcerário brasileiro e pouco conhecida.

Em 238, dos 1.420 presídios estaduais que existem no Brasil, segundo o Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias, homens e mulheres cumprem pena praticamente juntos. São os chamados Presídios Mistos, que foram improvisados para receber o aumento crescente da população carcerária.

Nossos repórteres tiveram acesso exclusivo a duas dessas cadeias, uma no Rio Grande do Sul e outra no Piauí, onde encontramos histórias inacreditáveis do mundo do crime e do amor.

Kellen foi a primeira a chegar à cadeia pública de Parnaíba, no litoral piauiense. Ela também foi detida por tráfico de drogas.
— Eu estava na casa de um patrão fazendo programa e a Civil bateu, levou ele e me trouxe junto.
Portadora do HIV, Kellen conheceu Roberto, que também estava detido por tráfico de drogas. Foi amor à primeira vista. Não demorou para eles passarem da troca de olhares para a troca de cartas. Ele fala sobre o relacionamento com a presidiária.
 — Já passei por várias cadeias e vivia incomodando, chutando portas. E depois que eu conheci a Kellen, ela me mudou completamente. Sou outra pessoa. Sabia que ela tinha AIDS. Eu a escolhi.


Enquanto os solteiros flertam à distância no presídio de Rio Grande, no extremo sul do país, na cadeia de Parnaíba, o namoro tem que ser aprovado pelo diretor e só acontece à moda antiga. Os repórteres Hilder Monção e Heleine Heringer vão mostrar essas curiosidades.


Dona Maria vive um verdadeiro calvário e sabe bem o que é ter um filho na prisão. Afinal, não tem só um, mas quatro filhos e o ex-marido atrás das grades.
— Quando eu me juntei com ele, fugi de casa e sabia que ele roubava. Sabia tudo. Mas nada disso não fez eu desistir dele.


Uma das filhas, Fátima, diz que ela e os irmãos, encarcerados no mesmo presídio, aprenderam tudo com o pai no mundo do crime.

— A gente conheceu as drogas por meio do meu pai.


Vinte a quatro anos de casados, onze deles presos na mesma penitenciária. Alexandre e Cláudia têm um casamento a serviço do crime. Vendiam drogas no interior do Rio Grande do Sul. Cláudia comenta sobre as dificuldades que enfrentou ao longo do tempo.

— A gente é preso junto, foge junto e volta junto para a cadeia.


E mais: como os presos das cadeias mistas se viram para garantir o mínimo de privacidade na visita íntima.


O Câmera Record vai ao ar neste domingo (7), a partir das 23h15, na Record TV. Não perca!





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Elthon Ribeiro
Twitter: @elthonribeiro
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