segunda-feira, 27 de novembro de 2017

#Crítica: Apocalipse é um novelão que conquistou o público





A novela Apocalipse estreou na terça-feira, dia 21 de novembro às 20 e 50 na tela da Record TV, atingindo 13 pontos em SP e a vice-liderança em várias cidades do Brasil.
Com a cena de tsunami, logo nos primeiros minutos do capítulo inicial, impactou e surpreendeu quem estava assistindo, parecendo que era um filme e não uma novela, após isso, apresentou de forma rápida os núcleos familiares no Rio de Janeiro, Jerusalém, Roma e Nova Iorque.
Do segundo capítulo até agora, a trama mostrou o drama da judia Débora Koheg (Manuela do Monte) que não segue os princípios da sua religião e engravidou do milionário e italiano Adriano Montana (Felipe Cunha) e foi expulsa de casa por seu pai judeu e conservador Gideon Koheg (Henri Pagnoncelli).
A Record pecou em não focar nas chamadas sobre o drama da mocinha e no mau caráter de Adriano, porém a novela tem tudo para crescer a audiência, nos próximos capítulos, com a segunda e terceira fases.
O que chama mais atenção é o formato da telenovela que se aproxima de seriado americano e com direito a narração (em off) de Sérgio Marone que fará o Anticristo. Fazia muito tempo que não se via uma produção tão ágil, dinâmica e que nada lembra as antecessoras bíblicas da própria emissora, digno de um novelão.
Destaco as atuações das atrizes Manuela do Monte, Jussara Freire, Selma Egrei e Joana Fomm que brilharam nos primeiros capítulos da trama que conta a história do “fim do mundo”.
Apocalipse é de autoria de Vivian de Oliveira e direção-geral de Edson Spinello, sendo exibida de segunda a sexta-feira, às 20 e 45, logo após "Belaventura".


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Por: Elthon Ribeiro
Twitter: @elthonribeiro
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