sábado, 11 de janeiro de 2014

Fabíola Gadelha apresenta o "Cidade Alerta Especial" neste sábado, 11/01

Foto: Malu Simões

Enquanto Marcelo Rezende está de férias e Luiz Bacci de folga, Fabíola Gadelha apresenta o Cidade Alerta Especial. Com seu jeito irreverente, a "Rabo de Arraia" promete trazer as notícias do programa com seu jeito único. 

Repórter do Alô Amazonas na TV A Crítica, afiliada da Record em Manaus, Fabíola ganhou projeção nacional após as brincadeiras de Marcelo Rezende. 

Confira a entrevista completa de Fabíola para o Portal R7.

R7: Como é lidar com esse reconhecimento nas ruas e na internet? Como você se sente sendo umas das repórteres mais adoradas da tv?
Fabíola: Lá em Manaus eu já tinha esse estilo. Eu sempre fui muito espontânea, sempre brinco quando cabe no programa. Só que o Brasil não conhecia a Fabiola e o Marcelo é muito inteligente e conseguiu sacar isso em mim. Mesmo estando longe dele, ele conseguiu perceber que a minha espontaneidade ia ajudar, porque eu sou muito natural. Eu converso com o telespectador como se eu tivesse conversando com uma amiga dentro da minha casa. Eu estou muito feliz de fazer parte dessa família e ter esse reconhecimento. A Rabo de Arraia no Brasil todo, fãs clubes, isso está me encantando, mas sempre com o pé no chão. Isso é fruto de muito trabalho. São dez anos e agora estou colhendo o que plantei durante um bom tempo.
R7: No ar, quando conversa com o Marcelo Rezende, a gente percebe uma sintonia. As pessoas não têm a oportunidade de ver como é o seu relacionamento com a equipe, mas ela existe. Certo?


Fabíola: Existe. O relacionamento nos bastidores é do mesmo jeito. Não muda nada. Lá em Manaus as pessoas já me chamavam de Fabiola Rezende, antes de eu entrar no Cidade Alerta. Diziam que eu era o Marcelo de saia. Mas é que nós somos muito parecidos. O Marcelo às vezes briga no ar,ele é muito natural e eu sou assim. A gente se identificou logo. Quando a gente se conheceu pessoalmente, ele falou “nossa você é exatamente como eu imaginava” e eu respondi: você também.


R7: Você já tinha saído das reportagens de rua para apresentar um programa?
Fabíola: Vai ser a primeira vez para o país. Mas em Manaus eu estou acostumada, apresento lá também. Não sou a âncora, mesmo porque estou o tempo todo na rua fazendo essa parte de polícia e tem vários programas que eu abasteço. É um pouco diferente, mas eu me senti muito bem aqui, fui muito bem recebida. A estrutura é ótima e não há dificuldade. Eu vou deitar e rolar e me sentir em casa. Eles me deram liberdade, disseram que eu posso fazer o meu estilo.
R7: Você sempre está muito bem vestida e em cima do salto. Vai aguentar fazer o jornal inteiro de salto alto ou vai escolher um figurino mais confortável?
Fabíola: Eu não vivo sem salto. Eu cubro tiroteio de salto. Eu corro atrás de bandido com salto. Então não tem porque no estúdio ficar sem salto, eu não me sinto mulher sem salto. Já estou acostumada. Pra quem passa o dia acompanhando a polícia em operações de salto, aqui vai ser fichinha ficar duas horas e meia no salto. Não vou colocar sapato baixo de jeito nenhum.
R7: Em algumas situações reportadas no programa, alguns bandidos já falaram que faziam questão de serem entrevistados por você. Ser reconhecida pelo público é muito bom. Mas e quando os bandidos te reconhecem?
Fabíola: Eu nunca senti medo de bandido. Eu não tenho medo de bandido. Pra mim medo é falta de fé. Eu não acredito que vou morrer na mira de um pistoleiro. Eu temo a Deus, então a partir do momento que eu estou fazendo o que é certo, fazendo meu trabalho, eu não tenho o que temer. Eles que têm que ter medo de mim porque quando eles falam que querem falar comigo às vezes é porque é fã. Tem muitos que gostam de mim, por incrível que pareça, mas tem uns que querem me afrontar e é desses que eu gosto.